Miguel diz não ao ‘Fundão’ bilionário

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de quarta-feira (4) o projeto de lei que cria um fundo público de financiamento de campanhas eleitorais. Esta reserva é estimado em R$ 1,7 bilhão para as eleições de 2018. A proposta não contou com o apoio do deputado federal Miguel Lombardi. O parlamentar limeirense votou contra a propositura que destina uma valor bilionário para financiar políticos durante o processo eleitoral.

O projeto de Lei 8703/17 desvia recurso do Orçamento da União para alavancar candidaturas para cargos eletivos no próximo ano. “É inadmissível que em um momento de crise na saúde, na segurança pública e com alto índice de desemprego, uma matéria como essa aprovada. Retirar um recurso bilionário para bancar políticos durante a campanha é inviável. Votei contra este absurdo”, destacou o deputado em suas redes sociais.

O projeto oriundo do Senado Federal prevê a destinação de R$ 1,7 bilhão, no mínimo, em recursos públicos para o financiamento das eleições de 2018. “As limitações do orçamento exigem outras alternativas. O ideal seria manter o financiamento do jeito que está”, argumentou durante a reunião da bancada do seu partido.

O deputado teme que o projeto do Senado estimule candidaturas de laranjas. Em sintonia com a bancada do partido, o deputado ajudou a derrubar a manobra que previa a votação por aclamação do PL 8703/17. “A votação por aclamação esconde como vota cada parlamentar em cada projeto de lei. Conseguimos derrubar esta intenção. Em um Congresso onde 1/3 dos parlamentares respondem ou já foram condenados em algum processo, é preciso cada vez mais consolidar a transparência nas votações”, comentou.

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